TÍTULO ORIGINAL
Mercy
DIREÇÃO
Тимур Бекмамбетов -
Jody Blose -
James McGrady
ROTEIRO
Marco van Belle
ELENCO
Noah Fearnley -
Rebecca Ferguson -
Chris Pratt -
Annabelle Wallis -
Kylie Rogers -
Kenneth Choi
PRODUÇÃO
Тимур Бекмамбетов -
Charles Roven -
Linda Luong -
Alizée Plourde -
Mark Moran -
Mark Moran
Em um futuro próximo, mais precisamente em 2029, na caótica Los Angeles, o detetive Chris Raven (interpretado por Chris Pratt) encontra-se em uma situação desesperadora. Ele é acusado de assassinar a própria esposa, Nicole Raven (vivida por Annabelle Wallis), e tem apenas 90 minutos para provar sua inocência. O grande desafio é que seu julgamento não é conduzido por humanos, mas por uma avançada Inteligência Artificial, a Juíza Maddox (com a presença de Rebecca Ferguson), parte do sistema de Justiça Artificial que o próprio Chris ajudou a implementar e defender. Neste tribunal futurista, a IA atua como juíza, júri e, se necessário, executora, com uma sentença de morte instantânea para os culpados. O tempo está correndo, e Chris precisa usar todas as suas habilidades de detetive para desvendar a verdade e escapar de um destino selado pela tecnologia que ele tanto confiou.
Dirigido pelo visionário Timur Bekmambetov, conhecido por seu estilo inovador e filmes como Buscando... e Amizade Desfeita, “Justiça Artificial” (originalmente “Mercy”) foi lançado nos cinemas brasileiros em 22 de janeiro de 2026, com a estreia nos EUA em 23 de janeiro do mesmo ano. O roteiro é assinado por Marco van Belle, e o elenco estelar conta com nomes como Chris Pratt, Rebecca Ferguson, Annabelle Wallis, Kali Reis, Chris Sullivan e Kylie Rogers. A trilha sonora ficou por conta do aclamado Ramin Djawadi, famoso por seus trabalhos em Game of Thrones e Westworld. A produção é da Amazon MGM Studios, em parceria com Atlas Entertainment e Bazelevs Company.
Apesar de um elenco de peso e uma premissa intrigante, “Justiça Artificial” teve uma recepção mista a negativa por parte da crítica especializada, que apontou alguns problemas no roteiro e na execução. O filme arrecadou cerca de 53.7 milhões de dólares mundialmente, contra um orçamento de 60 milhões de dólares.
O filme mergulha de cabeça em discussões super atuais sobre o papel da inteligência artificial no sistema de justiça e os perigos de um estado de vigilância onipresente. “Justiça Artificial” nos faz questionar até que ponto a tecnologia pode ser confiável para determinar a verdade, especialmente quando vidas estão em jogo. A trama inverte a lógica jurídica, colocando o réu como “culpado até que prove o contrário”, o que gera uma tensão constante e explora as falhas de um sistema que, embora concebido para ser infalível, pode ser manipulado ou simplesmente falho em sua essência.
Perfeito pra quem curte um bom thriller de ficção científica com muita ação e reflexões sobre o futuro da tecnologia e da justiça. Se você é fã de filmes que te fazem pensar e curte ver o Chris Pratt em um papel mais dramático, esse aqui pode ser uma boa pedida, mesmo com as críticas divididas!