
Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Masculino
Nascimento
27 de agosto de 1996
Local de nascimento
Flores da Cunha, Rio Grande do Sul, Brazil
Biografia
Nícolas Mabilia é diretor, roteirista e produtor audiovisual brasileiro. Iniciou sua trajetória no cinema com o curta experimental Rabune Somnia (2016), reconhecido pelo Festival do Minuto. Em 2018, dirigiu o cult de terror trash Gorete, premiado em festivais e exibido em mostras especializadas de cinema independente.
Sua filmografia também inclui o documentário Dayendji – Vida de Imigrante (2024), que retrata a experiência de um imigrante haitiano no sul do Brasil, e a série documental É Arte, São Elas (2025), dedicada à trajetória de artistas independentes e ao impacto da arte em suas comunidades.
Em 2025, lançou Gorete – O Início, uma prequela ambientada em 1924 que expande o universo da personagem Gorete e reforça seu interesse por narrativas que transitam entre o fantástico, a memória e as identidades culturais locais. Seu trabalho é marcado pela valorização de histórias humanas, pela experimentação estética e pelo diálogo com os territórios e personagens que retrata.
Produções em que Nícolas Mabilia participou

Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Masculino
Nascimento
27 de agosto de 1996
Local de nascimento
Flores da Cunha, Rio Grande do Sul, Brazil
Nícolas Mabilia
Biografia
Nícolas Mabilia é diretor, roteirista e produtor audiovisual brasileiro. Iniciou sua trajetória no cinema com o curta experimental Rabune Somnia (2016), reconhecido pelo Festival do Minuto. Em 2018, dirigiu o cult de terror trash Gorete, premiado em festivais e exibido em mostras especializadas de cinema independente.
Sua filmografia também inclui o documentário Dayendji – Vida de Imigrante (2024), que retrata a experiência de um imigrante haitiano no sul do Brasil, e a série documental É Arte, São Elas (2025), dedicada à trajetória de artistas independentes e ao impacto da arte em suas comunidades.
Em 2025, lançou Gorete – O Início, uma prequela ambientada em 1924 que expande o universo da personagem Gorete e reforça seu interesse por narrativas que transitam entre o fantástico, a memória e as identidades culturais locais. Seu trabalho é marcado pela valorização de histórias humanas, pela experimentação estética e pelo diálogo com os territórios e personagens que retrata.






