
Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Masculino
Nascimento
22 de novembro de 1937
Local de nascimento
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Biografia
Leon Hirszman (Rio de Janeiro, 22 de novembro de 1937 — Rio de Janeiro, 15 de setembro de 1987) foi um cineasta brasileiro e um dos principais expoentes do movimento conhecido como Cinema Novo. Militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), sua obra é marcada pela influência de teses marxistas centrais nos debates políticos da América Latina e pela representação politizada da classe trabalhadora. Documentarista e autor de ficção, em sua obra figuram os documentários "Nelson Cavaquinho" (1969), "Sexta-feira da Paixão, Sábado de aleluia" (1969), "Megalópolis" (1972)" e "Ecologia" (1973). Em 1971, ele realiza o longa-metragem "S. Bernardo", baseado na história homônima de Graciliano Ramos, que apesar do enorme sucesso de crítica, não conseguiu se transformar em sucesso de público. Ainda na década de 1970 filmou os importantes documentários "Cantos do Trabalho no Campo", em 1976, o longa-metragem "Que país é esse?", em 1977, "Rio, Carnaval da Vida" em 1978 e o longa "ABC da Greve" (1990), sobre o movimento operário da região do ABC paulista. Em 1981 recebeu a consagração de público e crítica, e três prêmios no Festival de Veneza, também indicado ao Leão de Ouro, com o filme "Eles Não Usam Black-Tie", adaptação da peça teatral de Gianfrancesco Guarnieri, que escreveu com Leon o roteiro e os diálogos do filme. Gianfrancesco Guarnieri também trabalhou como ator no filme fazendo o papel de Otávio, o pai, militante e corajoso, que entra em conflito com o filho Tião (Carlos Alberto Riccelli), dividido entre suas aspirações por uma vida pequeno-burguesa ao lado da noiva Maria (Bete Mendes) e as exigências do movimento grevista. Guarnieri compôs com Fernanda Montenegro (genial no papel de Romana, mulher de Otávio), um dos momentos de maior expressividade do cinema: a cena em que ambos, desolados por causa da ruptura com o filho e pela morte do amigo Bráulio (Milton Gonçalves) se põem a catar feijão.
Produções em que Leon Hirszman participou

Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Masculino
Nascimento
22 de novembro de 1937
Local de nascimento
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Leon Hirszman
Biografia
Leon Hirszman (Rio de Janeiro, 22 de novembro de 1937 — Rio de Janeiro, 15 de setembro de 1987) foi um cineasta brasileiro e um dos principais expoentes do movimento conhecido como Cinema Novo. Militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), sua obra é marcada pela influência de teses marxistas centrais nos debates políticos da América Latina e pela representação politizada da classe trabalhadora. Documentarista e autor de ficção, em sua obra figuram os documentários "Nelson Cavaquinho" (1969), "Sexta-feira da Paixão, Sábado de aleluia" (1969), "Megalópolis" (1972)" e "Ecologia" (1973). Em 1971, ele realiza o longa-metragem "S. Bernardo", baseado na história homônima de Graciliano Ramos, que apesar do enorme sucesso de crítica, não conseguiu se transformar em sucesso de público. Ainda na década de 1970 filmou os importantes documentários "Cantos do Trabalho no Campo", em 1976, o longa-metragem "Que país é esse?", em 1977, "Rio, Carnaval da Vida" em 1978 e o longa "ABC da Greve" (1990), sobre o movimento operário da região do ABC paulista. Em 1981 recebeu a consagração de público e crítica, e três prêmios no Festival de Veneza, também indicado ao Leão de Ouro, com o filme "Eles Não Usam Black-Tie", adaptação da peça teatral de Gianfrancesco Guarnieri, que escreveu com Leon o roteiro e os diálogos do filme. Gianfrancesco Guarnieri também trabalhou como ator no filme fazendo o papel de Otávio, o pai, militante e corajoso, que entra em conflito com o filho Tião (Carlos Alberto Riccelli), dividido entre suas aspirações por uma vida pequeno-burguesa ao lado da noiva Maria (Bete Mendes) e as exigências do movimento grevista. Guarnieri compôs com Fernanda Montenegro (genial no papel de Romana, mulher de Otávio), um dos momentos de maior expressividade do cinema: a cena em que ambos, desolados por causa da ruptura com o filho e pela morte do amigo Bráulio (Milton Gonçalves) se põem a catar feijão.



















