
Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Não-binário
Nascimento
1 de novembro de 1993
Local de nascimento
Rondonópolis-MT
Biografia
Íris Alves Lacerda cresceu no sudoeste da Bahia, mas é natural de Rondonópolis-MT. Trabalha com audiovisual desde 2010 e tem formação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso onde foi bolsista no Cineclube Coxiponés por dois anos. Faz parte do Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia (DAFB). No cinema, realiza a Mostra Mato-Grossense de Cinema LGBTQIAPN+, que está na sua segunda edição. “Meu Rio Vermelho” (2016) recebeu o Prêmio SESC Amazônia das Artes 2017. "Majur" (2018) foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2019 e "Ana Rúbia" (2022), co-dirigido com Diego Baraldi, premiado pelo Júri Técnico do 16º Festival Visões Periféricas. As obras somam mais de 30 prêmios, 200 exibições em festivais e mostras presenciais, sendo 30 no exterior. Licenciamentos para Instituto Moreira Salles, Canal Brasil, TV Brasil, Itaú Cultural Play, SESC, Sommos Amazônia, Circuito Tela Verde (Ministério do Meio Ambiente), Amazon Sat e Tela Brasil. Fez parte da Equipe das 14ª e 15ª edição da Mostra de Audiovisual Universitária da América Latina em Cuiabá (MAUAL). Na fotografia, participou de nove exposições coletivas. Fez a direção de fotografia de 10 curtas e do longa documental "Missivas" gravado no Brasil e no Chile. Tem passagens por laboratórios e eventos como ICUMAM Lab, MT Lab, SAPPI, Rio2C, Mix Brasil, Mostra de Tiradentes e Festival de Gramado.
Produções em que Íris Alves Lacerda participou

Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Não-binário
Nascimento
1 de novembro de 1993
Local de nascimento
Rondonópolis-MT
Íris Alves Lacerda
Biografia
Íris Alves Lacerda cresceu no sudoeste da Bahia, mas é natural de Rondonópolis-MT. Trabalha com audiovisual desde 2010 e tem formação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso onde foi bolsista no Cineclube Coxiponés por dois anos. Faz parte do Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia (DAFB). No cinema, realiza a Mostra Mato-Grossense de Cinema LGBTQIAPN+, que está na sua segunda edição. “Meu Rio Vermelho” (2016) recebeu o Prêmio SESC Amazônia das Artes 2017. "Majur" (2018) foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2019 e "Ana Rúbia" (2022), co-dirigido com Diego Baraldi, premiado pelo Júri Técnico do 16º Festival Visões Periféricas. As obras somam mais de 30 prêmios, 200 exibições em festivais e mostras presenciais, sendo 30 no exterior. Licenciamentos para Instituto Moreira Salles, Canal Brasil, TV Brasil, Itaú Cultural Play, SESC, Sommos Amazônia, Circuito Tela Verde (Ministério do Meio Ambiente), Amazon Sat e Tela Brasil. Fez parte da Equipe das 14ª e 15ª edição da Mostra de Audiovisual Universitária da América Latina em Cuiabá (MAUAL). Na fotografia, participou de nove exposições coletivas. Fez a direção de fotografia de 10 curtas e do longa documental "Missivas" gravado no Brasil e no Chile. Tem passagens por laboratórios e eventos como ICUMAM Lab, MT Lab, SAPPI, Rio2C, Mix Brasil, Mostra de Tiradentes e Festival de Gramado.





