
Informações pessoais
Conhecido por
Ator
Gênero
Masculino
Nascimento
9 de janeiro de 1944
Local de nascimento
Lisboa, Portugal
Biografia
Sobel foi um defensor dos direitos humanos no Brasil durante a ditadura militar. Em 1975, na fase mais repressiva do regime, Sobel recusou-se a enterrar o jornalista Vladimir Herzog na ala dos suicidas do cemitério israelita, por rejeitar a versão oficial acerca das circunstâncias da morte. De fato, Herzog havia sido torturado até a morte no DOI-CODI, nas dependências do quartel-general do II Exército.[4][5] Enquanto liderou a CIP, Sobel foi um notável porta-voz da comunidade judaica no Brasil e estabeleceu uma ponte entre as religiões cristãs e o judaísmo ao participar de inúmeros cultos e eventos ecumênicos. Sua atuação o levou a ser considerado uma das maiores lideranças religiosas do país. Apesar de ter morado no Brasil por mais de três décadas, Sobel preservava um característico sotaque norte-americano, sendo por esse motivo objeto de paródias de humoristas.[6] Em 25 de outubro de 2010 foi agraciado com a Ordem do Ipiranga, grau Grande Oficial, pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 15 de maio de 2014 foi promovido ao grau de grã-cruz da mesma ordem.[7][8]
Produções em que Henry Sobel participou

Informações pessoais
Conhecido por
Ator
Gênero
Masculino
Nascimento
9 de janeiro de 1944
Local de nascimento
Lisboa, Portugal
Henry Sobel
Biografia
Sobel foi um defensor dos direitos humanos no Brasil durante a ditadura militar. Em 1975, na fase mais repressiva do regime, Sobel recusou-se a enterrar o jornalista Vladimir Herzog na ala dos suicidas do cemitério israelita, por rejeitar a versão oficial acerca das circunstâncias da morte. De fato, Herzog havia sido torturado até a morte no DOI-CODI, nas dependências do quartel-general do II Exército.[4][5] Enquanto liderou a CIP, Sobel foi um notável porta-voz da comunidade judaica no Brasil e estabeleceu uma ponte entre as religiões cristãs e o judaísmo ao participar de inúmeros cultos e eventos ecumênicos. Sua atuação o levou a ser considerado uma das maiores lideranças religiosas do país. Apesar de ter morado no Brasil por mais de três décadas, Sobel preservava um característico sotaque norte-americano, sendo por esse motivo objeto de paródias de humoristas.[6] Em 25 de outubro de 2010 foi agraciado com a Ordem do Ipiranga, grau Grande Oficial, pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 15 de maio de 2014 foi promovido ao grau de grã-cruz da mesma ordem.[7][8]




