
Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Masculino
Nascimento
12 de abril de 1912
Local de nascimento
Fougères, Ille-et-Vilaine, France
Biografia
Georges Franju foi um cineasta francês. Ele nasceu em Fougères, Ille-et-Vilaine. Antes de trabalhar com o cinema francês, Franju teve diversos outros trabalhos. Franju também esteve temporariamente no exército na Argélia e foi dispensado em 1932. Após retornar, Franju estudou para se tornar um cenógrafo e criou cenários para casas de música, incluindo o Casino de Paris e o Folles Bergère. Na metade da década de 30, Franju e Henri Langlois se conheceram graças ao irmão gêmeo de Franju, Jacques Franju. Além de criarem o curta em 16 mm Le Métro, Langlois e Franju também criaram uma revista de curta duração e um clube do filme chamados Le Cercle du Cinema (O Círculo do Cinema) com 500 francos que eles haviam pegado emprestados dos pais de Langlois. O clube mostrava filmes silenciosos das suas próprias coleções, seguido por um debate informal entre os membros. A partir do Le Cercle du Cinema, Franju e Langlois fundaram a Cinémathèque Française em 1936. Franju deixou de se envolver com a Cinématheque Française a partir de 1938 e só voltou a se relacionar fortemente com o local na década de 80, quando ele foi apontado como diretor artístico honorário da Cinématheque. Em 1949, Franju começou a trabalhar em uma série de nove filmes documentários. A ocupação nazista em Paris e a industrialização que veio pós a Segunda Guerra Mundial influenciaram muito os primeiros trabalhos de Franju. Em Os Muros do Desespero (La tête contre les murs) de 1958, Franju passou a fazer filmes ficcionais. Seu segundo filme foi o terror Os Olhos Sem Rosto (Les Yeux sans Visage) sobre um cirurgião que tenta reparar a face arruinada de sua filha costurando rostos de outras mulheres bonitas nela. Seu filme de 1963, Judex foi um tributo ao seriado Judex e Fantomas. Nos anos mais tardios da vida de Tardu, seu trabalho cinematográfico se tornou menos frequente. Franju ocasionalmente dirigia para televisão, e na década de 70 ele se aposentou da produção de cinema para presidir a Cinématheque Française. Em seu estudo sobre a nova onda do cinema francês, Claire Clouzout descreveu o estilo de filmes de Franju como "um fantástico realismo comovente herdado do surrealismo do cinema cinéfilico de Jean Painlevé, e influenciado pelo expressionismo de Lang e Murnau". O foco de Franju era no aspecto visual do cinema, que, segundo ele, marca o diretor como um auteur. Franju dizia não ter "o dom de escrever histórias" e se focou no ato de, segundo ele próprio, "pôr em forma" ao fazer seus filmes. Franju também foi extremamente influenciado pelo surrealismo. Ele usava elementos do surrealismo e o choque do terror em seus filmes para conseguir "despertar" sua audiência. Franju teve longo histórico de amizades com surrealistas renomados como Andre Breton, e a influência deste movimento é evidente em seus trabalhos. Franju usou estes elementos para combinar terror, história e um comentário de forma irônica nos ideias de progresso moderno. Franju uma vez disse "É a má combinação, é a síntese errada, constantemente sendo feita pelo olho enquanto ele olha para o lado, que nos para de ver tudo como estranho." Descrição do artigo da Wikipédia de Georges Franju.
Produções em que Georges Franju participou

Informações pessoais
Conhecido por
Diretor
Gênero
Masculino
Nascimento
12 de abril de 1912
Local de nascimento
Fougères, Ille-et-Vilaine, France
Georges Franju
Biografia
Georges Franju foi um cineasta francês. Ele nasceu em Fougères, Ille-et-Vilaine. Antes de trabalhar com o cinema francês, Franju teve diversos outros trabalhos. Franju também esteve temporariamente no exército na Argélia e foi dispensado em 1932. Após retornar, Franju estudou para se tornar um cenógrafo e criou cenários para casas de música, incluindo o Casino de Paris e o Folles Bergère. Na metade da década de 30, Franju e Henri Langlois se conheceram graças ao irmão gêmeo de Franju, Jacques Franju. Além de criarem o curta em 16 mm Le Métro, Langlois e Franju também criaram uma revista de curta duração e um clube do filme chamados Le Cercle du Cinema (O Círculo do Cinema) com 500 francos que eles haviam pegado emprestados dos pais de Langlois. O clube mostrava filmes silenciosos das suas próprias coleções, seguido por um debate informal entre os membros. A partir do Le Cercle du Cinema, Franju e Langlois fundaram a Cinémathèque Française em 1936. Franju deixou de se envolver com a Cinématheque Française a partir de 1938 e só voltou a se relacionar fortemente com o local na década de 80, quando ele foi apontado como diretor artístico honorário da Cinématheque. Em 1949, Franju começou a trabalhar em uma série de nove filmes documentários. A ocupação nazista em Paris e a industrialização que veio pós a Segunda Guerra Mundial influenciaram muito os primeiros trabalhos de Franju. Em Os Muros do Desespero (La tête contre les murs) de 1958, Franju passou a fazer filmes ficcionais. Seu segundo filme foi o terror Os Olhos Sem Rosto (Les Yeux sans Visage) sobre um cirurgião que tenta reparar a face arruinada de sua filha costurando rostos de outras mulheres bonitas nela. Seu filme de 1963, Judex foi um tributo ao seriado Judex e Fantomas. Nos anos mais tardios da vida de Tardu, seu trabalho cinematográfico se tornou menos frequente. Franju ocasionalmente dirigia para televisão, e na década de 70 ele se aposentou da produção de cinema para presidir a Cinématheque Française. Em seu estudo sobre a nova onda do cinema francês, Claire Clouzout descreveu o estilo de filmes de Franju como "um fantástico realismo comovente herdado do surrealismo do cinema cinéfilico de Jean Painlevé, e influenciado pelo expressionismo de Lang e Murnau". O foco de Franju era no aspecto visual do cinema, que, segundo ele, marca o diretor como um auteur. Franju dizia não ter "o dom de escrever histórias" e se focou no ato de, segundo ele próprio, "pôr em forma" ao fazer seus filmes. Franju também foi extremamente influenciado pelo surrealismo. Ele usava elementos do surrealismo e o choque do terror em seus filmes para conseguir "despertar" sua audiência. Franju teve longo histórico de amizades com surrealistas renomados como Andre Breton, e a influência deste movimento é evidente em seus trabalhos. Franju usou estes elementos para combinar terror, história e um comentário de forma irônica nos ideias de progresso moderno. Franju uma vez disse "É a má combinação, é a síntese errada, constantemente sendo feita pelo olho enquanto ele olha para o lado, que nos para de ver tudo como estranho." Descrição do artigo da Wikipédia de Georges Franju.




















