
Informações pessoais
Conhecido por
Editor
Gênero
Não-binário
Nascimento
19 de outubro de 2003
Local de nascimento
Natal, Rio Grande do Norte, Brazil
Biografia
Alex de Souza é estudante de Comunicação Social - Audiovisual na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e é formado no curso Técnico em Multimídia pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Dirigiu o documentário “Todo Amor Que Houver Nessa Vida” pela produtora Ardor e o documentário “O Que (Não) Me Define”. Trabalhou no curta-metragem ficcional “Para Sempre é Muito Tempo, Adeus é Curto Demais…” como diretor de fotografia e iluminação, designer de som, editor e montador. Trabalhou como artista de storyboard e diretor de fotografia, designer de cenários, editor e designer de som na animação em stop-motion “IMO”, exibido na mostra “Matinê Animada” no Festival ANIMAÍ 2025 e em outros festivais ao redor do Brasil. Também foi roteirista, editor e montador do documentário “Café Quente: Dona Ângela”. Busca fazer filmes que invoquem o que é humano, construindo narrativas de sensibilidade e intimidade.
Produções em que Alex de Souza participou

Informações pessoais
Conhecido por
Editor
Gênero
Não-binário
Nascimento
19 de outubro de 2003
Local de nascimento
Natal, Rio Grande do Norte, Brazil
Alex de Souza
Biografia
Alex de Souza é estudante de Comunicação Social - Audiovisual na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e é formado no curso Técnico em Multimídia pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Dirigiu o documentário “Todo Amor Que Houver Nessa Vida” pela produtora Ardor e o documentário “O Que (Não) Me Define”. Trabalhou no curta-metragem ficcional “Para Sempre é Muito Tempo, Adeus é Curto Demais…” como diretor de fotografia e iluminação, designer de som, editor e montador. Trabalhou como artista de storyboard e diretor de fotografia, designer de cenários, editor e designer de som na animação em stop-motion “IMO”, exibido na mostra “Matinê Animada” no Festival ANIMAÍ 2025 e em outros festivais ao redor do Brasil. Também foi roteirista, editor e montador do documentário “Café Quente: Dona Ângela”. Busca fazer filmes que invoquem o que é humano, construindo narrativas de sensibilidade e intimidade.






